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Entendendo a vontade de DEUS. |
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É uma alegria imensa quando reconhecemos que nosso Pai celestial tem todo prazer em abençoar nossa vida. E aí as pessoas perguntam, porque então sofremos tantas tribulações, tentações, crises, provações?
Deixe-me lhe dizer uma coisa importante: Deus não faz acepção de pessoas.
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Temos pensado no perdão de Deus. E falando em perdão, vejamos sobre o relacionamento conjugal.
Olha que interessante, vejo muito isso no nosso dia a dia e chamo sua atenção.
À vezes maridos e esposas, são bons profissionais, e no trabalho, nos afazeres profissionais, são pessoas educadas, gentis, servem com prazer, estão sempre com um sorriso nos lábios.
E isto é muito bom, educado, e não faz mal a ninguém e deve ser assim mesmo. Mas o que me estranha é que fora do ambiente doméstico e conjugal, temos toda
paciência do mundo: fazemos tudo para conquistar as pessoas, estudamos, temos toda uma estratégia para alcançar nossos objetivos.“
O que atenta prudentemente para a palavra prosperará; e feliz é aquele que confia no Senhor.” (Provérbios 16:20)
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André Valadão fala sobre sua apresentação na Festa de Peão de Boiadeiro |
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André Valadão, Frei Rinaldo, PG e Rosa de Saron (banda de rock católica, fruto da renovação carismática no Brasil em 1988) num mesmo evento, como foi no Sky Sensantion, que aconteceu no último domingo, dia 2 de agosto, no Hopi Hari (SP). O que pode parecer absurdo para alguns, tem se tornado realidade, na medida em que a motivação do apóstolo Paulo, em passagens como a do livro de Atos 13:47, tem sido compartilhada por aqueles que desejam pregar aos "gentios". "Infelizmente nunca sabemos o que o povo evangélico vai julgar de nossas ações. Mas o evangelho e as nossas ações evangelísticas são feitas para alcançar a todos, independente de religião ou crença", disse André Valadão em entrevista ao Guia-me. Pela primeira vez, em 54 anos de evento, a Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos (SP), que terá nomes como Roberto Carlos, Pe. Fábio de Melo e Zezé di Camargo & Luciano, receberá um show gospel, com André Valadão. Embora carregue a responsabilidade do pioneirismo, o cantor entende o maior rodeio da América Latina como uma possibilidade de evangelização. "Nos preparamos espiritualmente para que haja um grande mover de Deus durante o show". Além de André, também participará da festa de Barretos a cantora Aline Barros, referência da música evangélica brasileira. André Valadão se apresenta no dia 24 (segunda-feira), às 21h, no palco Esplanada. Já a apresentação de Aline será no dia 25 (terça-feira), horário ainda não divulgado, no palco Berrantão. A Festa do Peão de Boiadeiro fica em Barretos, a 422 KM de SP. Guia-me: As suas músicas têm tido uma repercussão muito boa entre os católicos. Você acredita que isso tem acontecido por uma necessidade do público católico por ministros que preguem a manifestação do Espírito Santo de maneira mais avivada? André Valadão: Com certeza, e não necessariamente os católicos, mas qualquer pessoa que tem fome por Deus. Esta é uma realidade que por cerca de cinco anos mais ou menos tem se manifestado no Brasil. Guia-me: Você tem dividido o palco com grupos católicos reconhecidos como a banda Rosa de Saron. No início, como você recebeu esses convites? Chegou a temer a repercussão dessa decisão no meio evangélico? André Valadão: Temer o que os evangélicos vão pensar e dizer, bem, é algo que tememos o tempo todo. Infelizmente, nunca sabemos o que o povo evangélico vai julgar de nossas ações. Mas o evangelho e as nossas ações evangelísticas são feitas para alcançar a todos, independente de religião ou crença. Guia-me: Como os evangélicos têm encarado as suas participações em eventos católicos? André Valadão: Até agora não tive sequer 10 emails ou telefonemas criticando. Hoje todo evangélico tem pelo menos um membro da família católico e vice-versa Guia-me: Na passagem da Bíblia de 2 Reis 17:24, é narrada uma situação em que cinco povos passam habitar em Israel, mas agem segundo os seus costumes: temem a Deus mas servem aos seus deuses. Você chegou a falar nesses eventos de questões que diferem católicos de evangélicos, como por exemplo, a idolatria ou da relação salvação / obras? André Valadão: Não, não falei e não acho educado falar. Acho que todos nós temos questões que precisam ser trabalhadas, tanto a igreja evangélica quanto a católica. Guia-me: Em agosto você vai participar da Festa Peão de Barretos. Qual tem sido a sua oração para esse evento específico? André Valadão: Bem, pela primeira vez na história eles estão abrindo para esta festa maravilhosa, acredito que será um grande começo para a nossa música. Tenho sido um precursor em dezenas de eventos como o de Barretos, sendo o primeiro evangélico a tocar neste tipo de show, e graças a Deus a porta tem permanecido aberta. Acredito ser uma tremenda oportunidade para evangelizarmos, este é o meu alvo, meu maior objetivo. Guia-me: É grande a responsabilidade por fazer o primeiro evento gospel na festa de peões? André Valadão: Sim, sempre, por isso trabalhamos com o maior nível de profissionalismo que existe hoje no Brasil e claro, nos preparamos espiritualmente para que haja um grande mover de Deus durante o show. Guia-me: Como você aconselharia um crente a falar de Jesus a um católico? André Valadão: Assim como fala pra qualquer pessoa. O evangelho é para todos, inclusive para o "evangélico".
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Livros religiosos é o segmento que mais cresce no mercado editorial |
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No ano passado, o segmento da religiosidade foi o que mais cresceu em faturamento e em exemplares produzidos e vendidos. A maioria dos best-sellers deste mercado, que vendeu 50 milhões de exemplares e gerou receita de R$ 321 milhões no último ano. A trajetória da literatura da fé segue um padrão. Começa tímida, com livros artesanais e restritos a pequenos núcleos - uma casa, uma igreja, um templo, uma sinagoga -, até que o tema se torna popular e desperta a atenção dos que estão de fora. É quando o livro religioso deixa a invisibilidade e ganha as prateleiras das grandes livrarias. No ano passado, o segmento da religiosidade foi o que mais cresceu em faturamento e em exemplares produzidos e vendidos, segundo a pesquisa "Produção e vendas do mercado editorial brasileiro em 2008?, divulgada recentemente pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). Ao contrário dos levantamentos anteriores, no último ano a CBL contabilizou a venda nas igrejas - responsáveis pela comercialização de três milhões de exemplares em 2008. A venda de livros pela internet, em supermercados e bancas de revistas, também foi decisiva para atender a um grande público cada vez mais interessado pela espiritualidade. O boom foi impulsionado pelos novos livros da fé, que não se limitam à doutrina religiosa. A maioria dos best-sellers deste mercado, que vendeu 50 milhões de exemplares e gerou receita de R$ 321 milhões no último ano, transita na fronteira entre a autoajuda e a ficção. "Há uma forte tendência de sensibilização espiritual e de leitores ávidos por livros que falem de fé, sem falar de igreja", avalia Sinval Filho, diretor da Associação de Editores Cristãos (Asec). Os livros espíritas lideram o ranking dos mais vendidos nas principais livrarias do País, seguidos pelas obras cristãs e judaicas. À margem dos pontos de venda de destaque - responsáveis por 45% do mercado -, os livros evangélicos se fortalecem nos canais alternativos de comercialização: livrarias especializadas, vendas de porta em porta e igrejas. Apesar da falta de visibilidade literária, são eles os principais responsáveis pelo crescimento do segmento religioso. Segundo a Asec, o mercado editorial evangélico cresce 25% ao ano, em sintonia com o aumento do número de fiéis da doutrina na população - são mais de 40 milhões de seguidores e 200 mil igrejas. O faturamento somado das editoras ultrapassa os R$ 300 milhões. "A profissionalização do setor vai garantir a presença dos livros evangélicos nas prateleiras nos próximos anos", aposta Sinval Filho. A falta de profissionalização das obras pentecostais, primárias na apresentação visual e organização editorial, já foi realidade para as publicações espíritas, excluídas das grandes livrarias pela falta de apelo comercial e ações de marketing. "Há dez anos, havia um preconceito contra capas atraentes em livros de espiritismo", afirma Ari Dourado, presidente da Associação de Editoras Espíritas (Adeler). "A venda dos livros se restringia aos centros." A profissionalização do segmento colocou o espiritismo no topo das vendas após a reedição dos títulos antigos numa nova roupagem. Se os livros pentecostais seguirem o mesmo caminho, o mercado da fé deverá render ainda mais frutos.
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